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Uma escolha informada

Conheça o que envolve armazenar.

A preservação celular começa com informação sobre o material, as etapas do serviço e os limites de sua possível utilização.

Oportunidade de coleta

A coleta do sangue e do tecido do cordão está vinculada ao nascimento. Por isso, o planejamento do serviço acontece durante a gestação.

Armazenamento e identificação

A criopreservação mantém o material em condições próprias de armazenamento. A identificação e os registros acompanham a amostra ao longo do processo.

Perguntas para sua decisão

O acervo diferencia aplicações autólogas, com material da própria pessoa, e alogênicas, com material de um doador. A adequação de cada fonte depende de avaliação especializada.

  • Qual material será coletado?
  • Quais etapas e documentos fazem parte do serviço?
  • Como funciona o armazenamento e a liberação?
  • Quais são as possibilidades e os limites de uso?
Documentação e conteúdo da publicação original
Acervo institucional: versão publicada na origem, com informações históricas. Última atualização na origem: 20 de fevereiro de 2025.

Coleta de Células Tronco: Inscreva-se!

Por que armazenar Células-Tronco do Sangue e Tecido do Cordão Umbilical?

Desde 1988, já foram realizados 60.000 transplantes de sangue de cordão umbilical, tratando mais de 89 doenças.

Vários tecidos já foram obtidos através da cultura programada de Células-Tronco, tais como: hepático, cardíaco, neuronal, ósseo e muscular. Com isso, o Sangue de Cordão Umbilical poderá vir a ser a fonte inesgotável de recursos biológicos na área de engenharia de tecidos. É a única garantia de compatibilidade completa com o seu filho. O sangue de cordão umbilical criopreservado fica protegido dos efeitos ambientais nocivos.

As células-tronco do cordão umbilical são jovens e biologicamente tolerantes, isso leva a diminuição dos efeitos colaterais e o aumento da possibilidade de transplante entre pessoas parcialmente compatíveis. A coleta não oferece risco ao bebê e a mãe. O custo do transplante utilizando sangue de cordão umbilical é sensivelmente inferior ao processo que engloba o tratamento e a procura de um doador compatível.

Enquanto o câncer na fase pediátrica raramente utiliza transplante autólogo, entre pacientes adultos esse tipo de transplante é muito mais comum. Portanto, a utilização do sangue de cordão umbilical para o próprio indivíduo ficará cada vez mais comum conforme as crianças desta geração tornam-se adultas. (National Cancer Institute).

Avanços na área genética permitirão ampliar o uso do sangue de cordão umbilical para doenças de origem genética. A expansão celular, prevista para os próximos 5 anos, permitirá o tratamento em pacientes com peso superior a 40 kg.

Para pacientes com doenças imunológicas e oncológicas em tratamento que podem ser beneficiados com transplante usando o próprio sangue de cordão umbilical. Minorias étnicas apresentam mais dificuldade de encontrar um doador compatível.

DOENÇAS TRATADAS COM SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL

Conheça as principais doenças já tratadas com células-tronco do sangue de cordão umbilical

(Aqui estão listadas os transplantes alogênicos, de fonte familiar ou não, exclusivos de sangue de
cordão umbilical).

Leucemias – É um câncer do sistema imunológico sanguíneo, cujas células são chamadas leucócitos ou células-brancas.

Leucemia Aguda:

  • Leucemia Linfoblástica Aguda (9)
  • Leucemia Mielóide Aguda
  • Leucemia Bifenotípica Aguda
  • Leucemia Aguda Indiferenciada

Leucemia Crônica:

  • Leucemia Mielóide Crônica
  • Leucemia Linfocítica Crônica
  • Leucemia Mielóide Juvenil Crônica
  • Leucemia Mielomonocítica Juvenil Crônica

Síndromes Mielodisplásicas (Mielodisplasia é algumas vezes chamada de pré-
leucemia):

  • Anemia Refratária
  • Anemia Refratária com Sideroblastos em Anel
  • Anemia Refratária com Blastos em Excesso
  • Anemia Refratária com Bastos em Excesso em Transformação
  • Leucemia Crônica Mielomonocítica

Linfomas – É um câncer dos leucócitos que circulam no sangue e vasos linfáticos.

  • Linfoma Hodgkin
  • Linfoma não-Hodgkin (Linfoma Burkitt)
Outras desordens de proliferação de células sanguíneas (todas as terapias são alogênicas)

(Aqui estão listadas os transplantes alogênicos, de fonte familiar ou não, exclusivos de sangue de cordão umbilical).

 LEUCEMIAS

(todas as terapias são alogênicas)

(Leucemia é um câncer do sistema imunológico sanguíneo, cujas células são chamadas leucócitos ou células-brancas).

 LEUCEMIA AGUDA

  • Leucemia Linfoblástica Aguda (9)
  • Leucemia Mielóide Aguda
  • Leucemia Bifenotípica Aguda
  • Leucemia Aguda Indiferenciada

 LEUCEMIA CRÔNICA

  • Leucemia Mielóide Crônica
  • Leucemia Linfocítica Crônica
  • Leucemia Mielóide Juvenil Crônica
  • Leucemia Mielomonocítica Juvenil Crônica

 SÍNDROMES MIELODISPLÁSICAS (MIELODISPLASIA É ALGUMAS VEZES CHAMADA DE PRÉ-LEUCEMIA)

  • Anemia Refratária
  • Anemia Refratária com Sideroblastos em Anel
  • Anemia Refratária com Blastos em Excesso
  • Anemia Refratária com Bastos em Excesso em Transformação
  • Leucemia Crônica Mielomonocítica

 LINFOMAS (TODAS AS TERAPIAS SÃO ALOGÊNICAS)

(Linfoma é um câncer dos leucócitos que circulam no sangue e vasos linfáticos)

  • Linfoma Hodgkin
  • Linfoma não-Hodgkin (Linfoma Burkitt)

Anemias (Anemias são deficiências ou malformações de células vermelhas)

  • Anemia Aplástica
  • Anemia Diseritropoética Congênita
  • Anemia Fanconi (Observação: o primeiro transplante de sangue de cordão em 1988 foi para Anemia Fanconi, uma doença hereditária)
  • Hemoglobinúria Paroxística Noturna
  • Aplasia Pura de Células Vermelhas

Anormalidades Hereditárias de Células Vermelhas (Células vermelhas contem
hemoglobina e transportam oxigênio para o corpo)

  • Talassemia Beta Maior (também conhecida como Anemia de Cooley)
  • Anemia Diamante-Blackfan
  • Aplasia Pura de Células Vermelhas
  • Doença de Célula Falciforme

Anormalidades Plaquetárias Hereditárias (Plaquetas são células sanguíneas
necessárias para a coagulação)

  • Amegacariocitose – Trombocitopenia Congênita
  • Trombastenia Glanzmann

Desordens Hereditárias do Sistema Imune – Imunodeficiências Combinadas
Graves (SCID)

  • SCID com Deficiência de Adenosina Deaminase (ADA-SCID)
  • SCID com ligação X
  • SCID com ausência de Células T & B
  • SCID com ausência de Células T, Células B Normais
  • Síndrome de Omenn

Desordens Hereditárias do Sistema Imune – Neutropenias

  • Síndrome de Kostmann
  • Mielocatexia

Desordens Hereditárias do Sistema Imune – Outras

  • Ataxia-Telangiectasia
  • Síndrome do Linfócito Nú
  • Imunodeficiência de Variável Comum
  • Síndrome DiGeorge
  • Linfohistiocitose Hemofagocítica
  • Deficiência de Adesão Leucocitária
  • Desordens Linfoproliferativas
  • Desordem Linfoproliferativa, ligada ao X(também conhecida como Suscetibilidade ao vírus Epstein-Barr)
  • Síndrome Wiskott-Aldrich

Desordens Mieloproliferativas

  • Mielofibrose Aguda
  • Metaplasia Mielóide Agnogênica (Mielofibrose)
  • Policitemia Vera
  • Trombocitemia Essencial

Disfunção de Fagócitos (Fagócitos são células do sistema imune que podem
aprisionar e matar organismos estranhos)

  • Síndrome Chediak-Higashi
  • Doença Granulomatosa Crônica
  • Deficiência de Actina Neutrofílica (Neutrophil Actin Deficiency)
  • Disgenesia Reticular

Cânceres da Medula óssea (Doenças de Células do Plasma)

  • Mieloma Múltiplo
  • Leucemia de Células Plasmáticas
  • Macroglobulinemia de Waldenstrom

Transplantes para Desordens Hereditárias que afetam o Sistema Imune e
Outros Orgãos

  • Hipoplasia Cartilagem-Cabelo
  • Doença de Gunther (Porfíria Eritropoética)
  • Síndrome Hermansky-Pudlak
  • Síndrome de Pearson
  • Síndrome Shwachman-Diamond
  • Mastocitose Sistêmica

ANEMIAS (ANEMIAS SÃO DEFICIÊNCIAS OU MALFORMAÇÕES DE CÉLULAS VERMELHAS)

  • Anemia Aplástica
  • Anemia Diseritropoética Congênita
  • Anemia Fanconi (Observação: o primeiro transplante de sangue de cordão em 1988 foi para Anemia Fanconi, uma doença hereditária)
  • Hemoglobinúria Paroxística Noturna
  • Aplasia Pura de Células Vermelhas

 ANORMALIDADES HEREDITÁRIAS DE CÉLULAS VERMELHAS (CÉLULAS VERMELHAS CONTEM HEMOGLOBINA E TRANSPORTAM OXIGÊNIO PARA O CORPO)

  • Talassemia Beta Maior (também conhecida como Anemia de Cooley)
  • Anemia Diamante-Blackfan
  • Aplasia Pura de Células Vermelhas
  • >Doença de Célula Falciforme

 ANORMALIDADES PLAQUETÁRIAS HEREDITÁRIAS (PLAQUETAS SÃO CÉLULAS SANGUÍNEAS NECESSÁRIAS PARA A COAGULAÇÃO)

  • Amegacariocitose – Trombocitopenia Congênita
  • Trombastenia Glanzmann

 DESORDENS HEREDITÁRIAS DO SISTEMA IMUNE – IMUNODEFICIÊNCIAS COMBINADAS GRAVES (SCID)

  • SCID com Deficiência de Adenosina Deaminase (ADA-SCID)
  • SCID com ligação X
  • SCID com ausência de Células T & B
  • SCID com ausência de Células T, Células B Normais
  • Síndrome de Omenn

 DESORDENS HEREDITÁRIAS DO SISTEMA IMUNE – NEUTROPENIAS

  • Síndrome de Kostmann
  • Mielocatexia

 DESORDENS HEREDITÁRIAS DO SISTEMA IMUNE – OUTRAS

  • Ataxia-Telangiectasia
  • Síndrome do Linfócito Nú
  • Imunodeficiência de Variável Comum
  • Síndrome DiGeorge
  • Linfohistiocitose Hemofagocítica
  • Deficiência de Adesão Leucocitária
  • Desordens Linfoproliferativas
  • Desordem Linfoproliferativa, ligada ao X(também conhecida como Suscetibilidade ao vírus Epstein-Barr)
  • Síndrome Wiskott-Aldrich

 DESORDENS MIELOPROLIFERATIVAS

  • Mielofibrose Aguda
  • Metaplasia Mielóide Agnogênica (Mielofibrose)
  • Policitemia Vera
  • Trombocitemia Essencial

 DISFUNÇÃO DE FAGÓCITOS (FAGÓCITOS SÃO CÉLULAS DO SISTEMA IMUNE QUE PODEM APRISIONAR E MATAR ORGANISMOS ESTRANHOS)

  • Síndrome Chediak-Higashi
  • Doença Granulomatosa Crônica
  • Deficiência de Actina Neutrofílica (Neutrophil Actin Deficiency)
  • Disgenesia Reticular

 CÂNCERES DA MEDULA ÓSSEA (DOENÇAS DE CÉLULAS DO PLASMA)

  • Mieloma Múltiplo
  • Leucemia de Células Plasmáticas
  • Macroglobulinemia de Waldenstrom

 TRANSPLANTES PARA DESORDENS HEREDITÁRIAS QUE AFETAM O SISTEMA IMUNE E OUTROS ORGÃOS

(todas as terapias são alogênicas )

  • Hipoplasia Cartilagem-Cabelo
  • Doença de Gunther (Porfíria Eritropoética)
  • Síndrome Hermansky-Pudlak
  • Síndrome de Pearson
  • Síndrome Shwachman-Diamond
  • Mastocitose Sistêmica

 TRANSPLANTES PARA DOENÇAS METABÓLICAS HEREDITÁRIAS

(todas as terapias são Alogênicas – mas para algumas destas doenças, somente certas manifestações são passíveis de transplante, e é melhor consultar um hematologista com experiência em transplante de cordão)

 DESORDENS DE DEPÓSITO DE MUCOPOLISSACARIDOSE

  • Mucopolissacaridoses
  • Síndrome de Hurler
  • Síndrome Scheie
  • Síndrome de Hunter
  • Síndrome Sanfilippo
  • Síndrome Morquio
  • Síndrome Maroteaux-Lamy
  • Síndrome de Sly ,Deficiência de Beta-Glucuronidase
  • Mucolipidose II

 DESORDENS LEUCODISTRÓFICAS

  • Adrenoleucodistrofia / Adrenomieloneuropatia
  • Doença de Krabbe (Leucodistrofia de Células Globosas)
  • Leucodistrofia Metacromática
  • Doença de Pelizaeus-Merzbacher

 DOENÇAS DE DEPÓSITO LISOSSOMAL

  • Doença de Niemann-Pick
  • Doença de Sandhoff
  • Doença de Wolman

 DESORDENS METABÓLICAS HEREDITÁRIAS – OUTRAS

  • Síndrome Lesch-Nyhan
  • Osteopetrose

 TUMORES SÓLIDOS NÃO ORIGINADOS NO SANGUE OU SISTEMA IMMUNE (TERAPIA AUTÓLOGA)

  • Neuroblastoma
  • Retinoblastoma

 REFERÊNCIA

1. Broxmeier HE, ed. Cord Blood: Biology, Immunology, Banking and Clinical Transplantation. Bethesda, MD: American Association of Blood Banks, 2004. (Livro essencial para a compreensão de todos pontos do sangue de cordão umbilical, foi publicado pela poderosa associação norte-americana de bancos de sangue/AABB e coordenado pelo Prof Dr Hal E Broxmeier, cientista que participou do primeiro transplante de sangue de cordão umbilical junto com a Prof Dra E Gluckman)

2. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Resolução RDC número 153, de 14 de junho de 2004. In: Saúde Md, editor. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Diário Oficial da União; 24 jun. 2004.

3. Ofício 1096/2008/GPROP/ANVISA sobre adequações em contrato de estocagem do sangue de cordão umbilical e material publicitário do BSCUPA Criogênesis, que determina: “ao informar ou listar doenças, que já forma tratadas a partir da utilização terapêutica das célula-tronco hematopoéticas, bem como indicar estatísticas de utilização destas células em transplantes, solicitamos que seja esclarecido ao consumidor a fonte das células-tronco utilizadas para o tratamento das respectivas doenças se provenientes do sangue de cordão umbilical, de medula-óssea ou do sangue periférico, e se autólogas ou alogênicas.”

Transplantes para doenças metabólicas hereditárias

(todas as terapias são Alogênicas – mas para algumas destas doenças, somente certas manifestações são passíveis de transplante, e é melhor consultar um hematologista com experiência em transplante de cordão)

Desordens de Depósito de Mucopolissacaridose

  • Mucopolissacaridoses
  • Síndrome de Hurler
  • Síndrome Scheie
  • Síndrome de Hunter
  • Síndrome Sanfilippo
  • Síndrome Morquio
  • Síndrome Maroteaux-Lamy
  • Síndrome de Sly , Deficiência de Beta-Glucuronidase
  • Mucolipidose II

Desordens Leucodistróficas

  • Adrenoleucodistrofia / Adrenomieloneuropatia
  • Doença de Krabbe (Leucodistrofia de Células Globosas)
  • Leucodistrofia Metacromática
  • Doença de Pelizaeus-Merzbacher

Doenças de Depósito Lisossomal

  • Doença de Niemann-Pick
  • Doença de Sandhoff
  • Doença de Wolman

Desordens Metabólicas Hereditárias – Outras

  • Síndrome Lesch-Nyhan
  • Osteopetrose

Tumores sólidos não originados no sangue ou sistema immune (terapia
Autóloga)

  • Neuroblastoma
  • Retinoblastoma

Referência

1. Broxmeier HE, ed. Cord Blood: Biology, Immunology, Banking and Clinical Transplantation. Bethesda, MD: American Association of Blood Banks, 2004. (Livro essencial para a compreensão de todos pontos do sangue de cordão umbilical, foi publicado pela poderosa associação norteamericana de bancos de sangue/AABB e coordenado pelo Prof Dr Hal E Broxmeier, cientista que participou do primeiro transplante de sangue de cordão umbilical junto com a Prof Dra E Gluckman)

2. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Resolução RDC número 153, de 14 de junho de 2004. In: Saúde Md, editor. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Diário Oficial da União; 24 jun. 2004.

3. Ofício 1096/2008/GPROP/ANVISA sobre adequações em contrato de estocagem do sangue de cordão umbilical e material publicitário do BSCUPA Criogênesis, que determina: “ao informar ou listar doenças, que já forma tratadas a partir da utilização terapêutica das célula-tronco hematopoéticas, bem como indicar estatísticas de utilização destas células em transplantes, solicitamos que seja esclarecido ao consumidor a fonte das células-tronco utilizadas para o tratamento das respectivas doenças se provenientes do sangue de cordão umbilical, de medulaóssea ou do sangue periférico, e se autólogas ou alogênicas.”

Ensaios clínicos autorizados no brasil

Verifique o link da lista completa de ensaios clínicos com produto de terapias avançadas autorizados no brasil

ANVISA

(Aqui foram colocados exclusivamente os transplantes autólogos)

Doença Banco Hospital Data Referência
Neuroblastoma Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, Brasil Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, Brasil 1998 Ferreira e cols 1999
Anemia Aplásica Viacord, EUA Mount Sinai Medical Center, Nova Iorque, EUA 02/04/2001 Fruchtman e cols, 2001
Fruchtman e cols 2004
Thornley e cols
2004
Falcon, Krauss, Gunter 2006
Retinoblastoma Mount Sinai Hospital, Canadá Hospital for Sick Children, Canadá 13/04/2001 Thornley e cols 2004
Neuroblastoma Viacord, EUA The Children’s Hospital, EUA 11/12/2001 Thornley e cols 2004
Falcon, Grauss, Gunter 2006
Anemia Aplástica CBR, EUA University of Minnesota, EUA 04/02/2002 Harris, Mapother, Brown 2003
Hough e cols 2003
Thornley e cols 2004
Anemia Aplástica Cryo-Cell, EUA Cedars-Sinai MedicalCenter, EUA Agosto de 2002 Cryo-Cell
Shwachman-Diamond California Cryobank, EUA Children’s Hospital, Denver, EUA Maio 2003 Thornley e cols 2004
Meduloblastoma Eurocord
SlovakRepublic
University Children’sHospital
Slovakia
Abril de 2004 Eurocord-Slovakia
Leucemia Linfocítica
Aguda
CorCell, EUA Advocate Hope Children’s Hospital
Oakland, EUA
02/08/2004 Hayani e cols 2007
VITA 34
Anemia Aplástica CBR, EUA Children’s Hospital, Seattle, EUA 02/09/2004 Thornley e cols 2004
Injúria Cerebral por Hipóxia CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 15/02/2005 CBR
Diabetes tipo I Cryo-Cell Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA Agosto de 2005 Cryo-Cell
Injúria Cerebral por Anóxia/ Doença de Angelman Cryo-Cell,EUA Duke University, Durham, EUA Agosto de 2005 Cryo-Cell
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 11/10/2005 CBR
Injúria Cerebral por Hipóxia University of Hamburg, Alemanha Dezembro de 2005 VITA 34
Diabetes tipo I Family Cord Blood Services, EUA Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA Janeiro de 2006 Family Cord Blood Services
Neuroblastoma Cryo-Cell, EUA Vanderbilt UniversityMedical Center, Nashville, EUA Janeiro de 2006 Cryocell
Anemia Aplástica CBR,EUA City of Hope, Duarte, EUA 13/02/2006 CBR
Tumor Embrionário Supratentorial Insception Biosciences, Canadá Hospital for Sick Children,Toronto, Canada 21/03/2006 Insception Biosciences
Diabetes tipo I Elie Katz Umbilical Cord Blood Bank, EUA Shands Hospital Universityof Florida, Gainesville, EUA 24/03/2006 Elie Katz Umbilical Cord Blood Bank
Paralisia Cerebral Cryo-Cell, EUA Duke University, Durham, EUA Abril 2006 Cryo-Cell
Diabetes tipo I Cryo-Cell, EUA Shands Hospital Universityof Florida, Gainesville, EUA Maio 2006 Cryo-Cell
Anemia Aplástica CBR, EUA City of Hope, Duarte, EUA 31/07/2006 CBR
Anemia Aplástica CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 19/09/2006 CBR
Paralisia Cerebral Cryo-Cell, EUA Duke University Setembro de 2006 Cryo-Cell
Paralisia Cerebral Insception Biosciences,Canada Duke University, Durham, EUA 09/01/2007 Insception Biosciences
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 09/01/2007 CBR
Injúria Cerebral Isquêmica Cryo-Cell/td> Duke University, Durham, EUA Janeiro de 2007 CBR
Diabetes tipo I Insception Biosciences, Canadá Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA 22/02/2007 Insception Biosciences
Diabetes tipo I CBR, EUA Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA 01/03/2007 CBR
Disgenesia do Corpo Caloso (SNC) Viacord, EUA Duke University, Durham, EUA 20/03/2007 Viacord
Diabetes tipo I Viacord, EUA Miami Children’s Hospital,Miami, EUA 23/03/2007 Viacord
Câncer Cerebral Viacord, EUA/td> Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA 29/03/2007 Viacord
Sépsis após Transplante Fígado Cryo-Cell, EUA Medical College of Virginia,Richmond, EUA Março 2007 Cryo-Cell
Paralisia Cerebral Insception Biosciences, Canadá Miami Children’s Hospital,Miami, EUA 20/03/2007 Viacord
Doença Imunológica Rara CBR/EUA Children’s MemorialHospital, Chicago, EUA 30/04/2007 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA/td> Duke University, Durham, EUA 15/05/2007 CBR
Diabetes tipo I CBR, EUA Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA 17/05/2007 CBR
Diabetes tipo I CorCell, EUA Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA 11/06/2007 CorCell
Diabetes tipo I CBR,EUA Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA 20/07/2007 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA/td> Duke University, Durham, EUA 24/07/2007 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 28/08/2007 CBR
Kernicterus CorCell, EUA University of Minnesota,Minneapolis, EUA 07/09/2007 CorCell
Neuroblastoma CordBank, New Zealand Starship Children’s Hospital, Auckland, Nova Zelândia Setembro de 2007 CordBank
THAI StemLife,Thailand THAI StemLife, Thailand Samitivej Srinakarin Children’s Hospital,Bangkok, Thailand Paralisia Cerebral THAI Stem Life/td>
Paralisis Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 23/10/2007 CBR
Paralisis Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 04/12/2007 CBR
Neuroblastoma Progenics Cord BloodCryobank, Canada Queen Mary Hospital, Hong Kong 10/12/2007 Progenics
Paralisisa Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 15/01/2008 CBR
Paralisisa Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 22/01/2008 CBR
Diabetes tipo I CBR, EUA Shands Hospital Universityof Florida, Gainesville, EUA/td> 08/02/2008 CBR
Retinoblastoma Insception Biosciences, Canadá Hospital for Sick Children,Toronto, EUA 13/02/2008 Insception Biosciences
Injúria Cerebral Inespecífica CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 26/02/2008 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 18/03/2008 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 25/03/2008 CBR
Encefalite CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 08/04/2008 CBR/td>
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 15/04/2008 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 06/05/2008 CBR
Diabetes tipo I CBR, EUA/td> Shands Hospital Universityof Florida, Gainesville, EUA 25/03/2008 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 27/05/2008 CBR
Paralisia Cerebral CBR, EUA Duke University, Durham, EUA 27/05/2008 CBR
Diabetes tipo I Insception Biosciences, Canadá Shands Hospital, Universityof Florida, Gainesville, EUA Pendente Insception Biosciences
Injúria Cerebral por Hipóxia CordBank, Nova Zelândia Duke University, Durham, EUA/td> Agosto/2008 CordBank

Fonte:
Tabela feita elegantemente por Frances Verter PhD, publicada originalmente no site:
www.parentsguidecordblood.com (direitos reservados à autora).

Tradução é de responsabilidade do Dr Nelson Hidekazu Tatsui, Diretor-Técnico da Criogênesis Banco de Cordão Umbilical

Referência
1. Broxmeier HE, ed. Cord Blood: Biology, Immunology, Banking and Clinical Transplantation. Bethesda, MD: American Association of Blood Banks, 2004. (Livro essencial para a compreensão biológica do sangue de cordão umbilical, foi publicado pela poderosa associação norte-americana de bancos de sangue/AABB e coordenado pelo Prof Dr Hal Broxmeier, cientista que participou do primeiro transplante de sangue de cordão umbilical junto com a Prof Dra Eliane Gluckman)

2. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Resolução RDC número 153, de 14 de junho de 2004. In: Saúde Md, editor. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Diário Oficial da União; 24 jun. 2004.

3. Verter F, ed. Children Who Used Their Own Cord Blood. Disponível em : www.parentsguidecordblood.com Acessado em 17/10/2008.

4. Ofício 1096/2008/GPROP/ANVISA sobre adequações em contrato de estocagem do sangue de cordão umbilical e material publicitário do BSCUPA Criogênesis, que determina: “ao informar ou listar doenças, que já foram tratadas a partir da utilização terapêutica das célula-tronco hematopoéticas, bem como indicar estatísticas de utilização destas células em transplantes, solicitamos que seja esclarecido ao consumidor a fonte das células-tronco utilizadas para o tratamento das respectivas doenças se provenientes do sangue de cordão umbilical, de medula-óssea ou do sangue periférico, e se autólogas ou alogênicas.”

O uso clínico do Sangue de Cordão Umbilical em famílias sem risco definido é muito baixo. Embora a ciência demonstre um aumento na utilização clínica da Célula-Tronco do Sangue de Cordão Umbilical, grande parte ainda está na fase experimental e não deve ser especulado como tratamento disponível atualmente. Além disso, não podemos garantir o uso da Célula-Tronco Autóloga (do próprio paciente) em todas as doenças genéticas. Reiteramos nosso compromisso com a Ética e a Saúde Pública por meio da divulgação do Banco de Sangue de Cordão Umbilical Público e de informações cristalinas e precisas sobre o objetivo do Banco Privado.

Vamos conversar

O próximo passo começa
com uma boa orientação.